🌻QUANDO MORRER
Quando eu morrer,
não tragam flores amputadas.
Tragam o vento
livre, salgado, e inteiro.
Quero a fúria suave do mar
a espuma a morder a areia.
O som de uma pantera que volta
mas nunca se cala.
Morrer, não.
Quero partir a ser a brisa,
ser o silêncio em movimento,
e o recomeço onde tudo termina.🌼
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Do Livro A Condenação a publicar brevemente.



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